Publicado por: TDM | 17 de outubro de 2016

Rancho Caído

O inverno já se arrastava para o fim. De fato o frio das terras altas da Mantiqueira já não estava tão frio.

Do Posto Marcão o caminho dos Cinco Lagos leva até a uma bifurcação, e daí até a Cachoeira do Aiuruoca.  Mais alguns quilômetros, tendo as ‘costas’ das Agulhas Negras marcando o caminho, chega-se ao Rancho Caído. Acampamento.

No outro dia uma última crista a ser vencida. Começa a descida até Mauá e a Cachoeira do Escorrega, encerrando a Travessia Rebouças-Rancho Caído-Mauá.

Saudações a M. Sartori, P. Silva, Batista e Duda.

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Campos de altitude do PARNA Itatiaia. TDM, 2016.

 

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Cabeceira do Rio Aiuruoca. TDM, 2016.

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Última vista do Pico das Agulhas Negras antes de descer para Mauá. TDM, 2016.

 

Obs.: Antes de realizar a Trilha é obrigatório solicitar uma permissão junto ao Parque. Mais no link: PARNA Itatiaia

 

Publicado por: TDM | 20 de junho de 2016

Torre da Prata

Já ia para o fim do outono. Mas o frio era invernal!

Não tem como se confundir. A Prata se agiganta, com seus 1.497 metros, quase que na frente da Serra, já sobre o Mar.

Nosso caminho iniciou às margens da Estrada da Limeira, no vale do Rio Sambaqui. No começo vai bem, até que sobe…, e é longe. O visual lá de cima impressiona. De Morretes ao Marumbi, passando por Antonina, Paranaguá e a Ilha do Mel; e do outro lado, Santa Catarina. Mais saia cedo…bem cedo!

O renomado “marumbinista” Vitamina (Henrique Paulo Schmidlin) faz um relato interessante sobre a Serra da Prata e a conquista da Torre, que ocorreu em 1944 (site do AltaMontanha), por Waldemar Buecken (Gavião) e Antonio Pedro Stenghel Cavalcanti (Canguru).

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O cume da Torre vista dos campos de altitude. TDM, 2016.

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Vale do Rio Jacareí e, ao fundo, a Baía de Antonina. TDM, 2016.

 

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Itinerário para a Torre da Prata (até os campos de altitude). Google Earth.

Para percorrer a trilha é fundamental verificar as informações no site do Parque (PARNA Saint-Hilaire/Lange) e realizar o cadastro. Preste muita atenção na trilha, especialmente no trecho até o rio, pois existem caminhos secundários que podem confundir. Caso tenha familiaridade com o uso de GPS de navegação é possível adquirir o itinerário no site Rumos (aqui). Este arquivo pode ser visualizado no Google Earth.

Publicado por: TDM | 15 de junho de 2016

Travessia dos campos do Tibagi

Já faz uma década.

A marcha iniciou junto ao cânion do Rio Tibagi, a jusante do seu encontro com o Arroio Invernada. De lá, subindo, alcançamos a nascente do rio no sítio da família Lopes, bem na borda da escarpa (Serra de São Luís). O campo estava seco com a estiagem…aliás, até a nascente estava. Pouso. Noite gélida.

Noutro dia o trecho mais longo. O caminho se perde por entre plantações de pinus. O campo mudou de cara, agora são os “Pinus Gerais”.

Nos últimos quilômetros correria de boiada brava e um último cânion para atravessar. Mato alto e, enfim, o rincão dos carneiros. 30 km de marcha e, finalmente, Itaiacoca a vista.

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Atravessando o Rio Tibagi, em seu trecho superior. TDM, 2006

 

 

 

 

 

 

 

 

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O Rio Tibagi nos Campos Gerais. TDM, 2006.

 

 

 

 

 

 

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Curso superior do Tibagi protegido por mata de galeria. TDM, 2006.

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Final da travessia, no distrito de Itaiacoca. TDM, 2006.

Publicado por: TDM | 1 de junho de 2016

Marins

A mochila sempre enverga os ombros. E os joelhos já rangem mais.

Apenas um trecho curto sob a mata e logo se alcança o “Careca”. Deste ponto o percurso é sobre rochas entremeadas por capim-elefante.

Enfim, o Pico dos Marins (2420,7m), a 26° maior montanha do Brasil. A noite esfria. Mar de nuvens pela manhã. A Mantiqueira se estende longe e marca as terras baixas do Vale do Paraíba.

Saudações a família Sartori pela companhia na empreitada.

Mais em: marinzeiro.com

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Pico dos Marins (2420m), visto do Careca (TDM, 2016)

 

 

 

 

 

 

 

 

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No caminho para o cume (TDM, 2016).

 

 

 

 

 

 

 

 

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Cume do Marins. Ao fundo o Pico Itaguaré (TDM, 2016).

 

 

 

 

 

 

 

 

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Mar de nuvens no sopé da Mantiqueira (TDM, 2016).

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