Publicado por: TDM | 6 de fevereiro de 2013

A falácia da crítica: Geografia

Uma pessoa muito querida, me lembrou de um, quase que jargão, na Geografia: “Não vamos além do diagnóstico”.

A inteção destas considerações, não é, e que fique bem claro, promover discussões epistemológicas, que em geral são ‘infinitas’…

Bem, tenho estado as voltas com a ciências geográfica já a um certo tempo. Desde 1998. Confesso que minha inspiração era de trabalhar na National Geographic. Imagina ver os redondos cantos da Terra. Quão “sonhador…”. Mais não posso deixar de confessar uma frustração e inspiração ao mesmo tempo. A natureza do espaço me desmoralizou.

Não assumo postura política, tão pouco crítica. Aliás, por vezes vejo que a crítica nos impossibiliotu, ou melhor, acovardou, a pensarmos soluções.

Sempre pensei que a Geografia poderia ser um grande contribuinte para pensarmos soluções; mas quase que unanimamente, me vejo as voltas com uma sucessão de críticas; mais do mesmo. Quase que um infortúnio, melhor dizendo, um desperdício de conhecimento. Afinal, do que serve saber de um problema, se não temos como propor soluções?

O crítico é aquele que nunca vai efetivamente para batalha, mas parece depois atirando nos feridos” (Tyne Daly)

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Responses

  1. Exatamente. Essa impossibilidade de ter uma atuação criativa é que me desanima por completo.

    • Pois é Hélio…nossa velha discussão, continua presente. Abraços. TDM.


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