Publicado por: TDM | 3 de janeiro de 2013

Sapitanduva

por TDM

Ainda não sei o significado do nome.

O Rio Sapitanduva tem suas nascentes nos morros próximo a São João da Graciosa, e corre rumo Sudeste até o Nhundiaquara. Iniciei a jornada a bordo do “Amundsen“, uma canoa inflável batizada assim em homenagem ao eminente explorador polar do início do século XX.

Entrei na água sob a ponte da PR 408, entre Morretes e Antonina; onde me parecia já ser navegável para a canoa. Engano. A primeira hora mais arrastei a embarcação entre galhos e pedras do que fiquei sobre ela. Mas depois de passar sob a ponte da ferrovia as águas afundaram, por assim dizer, e segui o remanso. Já próximo a sua foz, a influência da maré fez efeito, e as águas corriam mais rápido. Avistei um atracadouro de tábuas sobre tambores. Parei e surgiu um pescador. Casa bem no ‘mato’.

O Nhundiaquara estava próximo, e a maré vazante também. Custou remar Nhundiaquara acima até o porto do Barreiro, a montante da confluência. De tudo ficou àquela mata engolindo as águas. Pássaros estridentes. E um silêncio pacificador.

Algumas fotos:

IMG_2002

Passagem sob a ferrovia. TDM, 2013.

 

 

 

 

 

 

 

 

IMG_2004

Amundsen na água. TDM, 2013.

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Categorias

%d blogueiros gostam disto: