Publicado por: TDM | 20 de dezembro de 2012

Desenvolvimento para quem?

“[…]a consistência do modelo de prosperidade brasileiro, tal como ele é atualmente veiculado pelo Estado e seus representantes, que esquece que uma sociedade rica não pode se resumir a uma sociedade economicamente próspera”.

Este é uma das considerações feitas por Artionka Capiberibe e Oiara Bonilla, num artigo intitulado Um gosto amargo de déjà vu: desenvolvimentismo e os índios; publicado na edição de Dezembro na Le Monde Diplomatique Brasil.

Com ótima redação, os autores trazem uma discussão sobre desenvolvimento e povos indígenas e ilustram o texto com valiosas referências de legislação, que refletem o descompasso entre interesse de povos locais, empresas e o modelo de desenvolvimento adotado no Brasil.

Válida a leitura para repensarmos “certos” paradigmas; sobretudo o de que ser rico não é ter riqueza.

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